INCENTIVANDO A LEITURA E A ESCRITA
Sidmar da Silva
Oliveira[1]
1. TEMA
Ler
e escrever: habilidades que a criança precisa aprender
2. APRESENTAÇÃO
Alfabetizar
é uma tarefa que exige criatividade, planejamento e compromisso do professor. Unindo
isso à dedicação do estudante, certamente haverá sucesso. Então, além de ser
comprometido com a tarefa de alfabetizar, o professor precisa trabalhar com as
temáticas que circundam a vida dos estudantes, desafiando e estimulando-os a
busca do conhecimento. Pensando nisso, o presente projeto intitulado de Ler e escrever: habilidades que a criança
precisa aprender, considera a realidade dos estudantes e privilegia a
produção escrita, que é um déficit da grande maioria dos estudantes da Escola
Municipal Lourival Custódio.
É
claro que este projeto não pode ser o único instrumento didático-pedagógico
utilizado pelo professor a fim de instruir os estudantes a ler e escrever, mas
é uma estratégia a mais para que através da prática docente as crianças tenham
uma aprendizagem de modo dinâmico e contextualizado. Assim, o presente projeto
prevê a extensão do trabalho com leitura e produção textual em todas as turmas
dos Anos Iniciais, vislumbrando o tratamento didático-pedagógico de temas
relacionados ao dia-a-dia dos aprendizes, de modo que os professores da Escola
municipal Lourival Custódio, a cada 15 dias (sempre na segunda-feira), tenham
como tema de trabalho, este projeto e assumam a responsabilidade e o compromisso
com a alfabetização das crianças que os pais lhes confiam.
3. JUSTIFICATIVA
O
presente projeto nasce da necessidade de instrumentalizar os alunos Escola
Municipal Lourival Custódio a respeito do hábito da leitura e, sobretudo da
escrita/produção textual, uma vez que, têm dificuldade em ambas as habilidades
(ler e escrever) e são saberes indispensáveis à comunicação entre as pessoas. Afora
isso, é pertinente salientar que a interdisciplinaridade precisa prevalecer
durante as estratégias de ensino e o professor precisa incentivar a escrita do
jeito da criança e fazer as orientações precisas para que aos poucos, a
crianças vá adquirindo domínio do Sistema de Escrita Alfabética e das regras
ortográficas. Isso significa que o projeto, (Ler e escrever: habilidades que a criança precisa aprender), foi
elaborado com o propósito de oferecer aos alunos, momentos sistemáticos
destinados ao ato de ler e escrever, para que a partir da instrumentalização do
alfabetizador, adquiram habilidades no âmbito da leitura e da escrita/produção
textual.
4. OBJETIVOS
4.1 OBJETIVO GERAL
Ø Instruir os alunos à prática da leitura e escrita,
de modo a valorizarem a leitura como fonte de informação e a escrita para atender
as exigências escolares e as demandas sociais.
4.2. OBJETIVOS
ESPECÍFICOS
Ø Estimular a leitura e a escrita através de temáticas
locais;
Ø Auxiliar as crianças a produzirem textos com começo,
meio e fim;
Ø Propiciar o contato com obras literárias, contos,
fábulas, cartas, bilhetes...;
Ø Despertar o hábito da leitura, como forma de
diversão e aprendizado;
Ø Produzir textos a partir de imagens/figuras
relacionadas ao cotidiano;
Ø Valer-se dos temas do cotidiano parta escrever
textos com autonomia.
5. REFERENCIAL TEÓRICO
Desde
o início da civilização, o ser humano busca estratégias que facilite a vida em
sociedade. Tais estratégias abrangem a produção de ferramentas e
aperfeiçoamento das moradias, etc. O mesmo aconteceu com a escrita. Foi a
partir das pinturas em pedras/cavernas que a escrita foi sendo aperfeiçoada até
chegar ao que conhecemos hoje, a escrita alfabética que é indispensável à
comunicação do ser humano em todo o mundo. Por isso, a alfabetização é uma
etapa da educação básica na qual a escola precisa dar ênfase, de modo que a
criança construa uma base sólida e siga os estudos com autonomia.
A
alfabetização tem sido muito discutida por diversos segmentos da sociedade, já
que ao mesmo tempo em que a necessidade em alfabetizar aumenta, as dificuldades
crescem, seja por desinteresse dos estudantes, seja por falta de
regras/respeito dos alunos para com os professores, seja por falta de
acompanhamento familiar ou por que a escola vem concorrendo com aparelhos
tecnológicos mais atrativos às crianças (celular, tablete, redes sociais e
outros). Assim, o trabalho dos professores tem aumentado bastante, afinal, não
basta somente dar aula. É preciso que o docente seja flexível, criativo,
responsável, acredite no potencial dos alunos e registre sua prática a fim de
aperfeiçoar os aspectos que apresentam falhas. Logo, a reflexão da prática
docente se torna primordial, pois “é pensando criticamente a prática de hoje ou
de ontem que se pode melhorar a próxima prática” (FREIRE, 1996, p. 39).
É
importante dizer que alfabetizar não se resume apenas em ensinar a codificar e
decodificar as letras. Então, é válido recorrer ao manual do
Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (2012), que afirma que uma
pessoa para ser considerada alfabetizada, precisa:
Ser capaz
de interagir por meio de textos escritos em diferentes situações. Significa ler
e produzir textos para atender a diferentes propósitos. A criança alfabetizada
compreende o sistema alfabético de escrita, sendo capaz de ler e escrever, com
autonomia, textos de circulação social que tratem de temáticas familiares ao
aprendiz (MANUAL DO PACTO, p.17).
Nessa
direção, para que a criança esteja alfabetizada, é preciso que saiba ler com
fluência, interprete e produza textos não só para responder a questionamentos
escolares, que muitas vezes não têm sentido para a criança, mas para atender as
demandas do meio em que vive. Para Soares (2013), saber fazer o uso da leitura
e da escrita é o principal, pois,
Não
basta simplesmente “saber ler e escrever”: dos indivíduos já se requer não
apenas que dominem a tecnologia do ler e do escrever, mas também que saibam
fazer o uso dela, incorporando-a a seu viver, transformando-se assim seu
“estado” ou “condição”, como consequência do domínio dessa tecnologia (SOARES,
2013, p. 29).
Vê-se
então, que além de ensinar a dominar as letras, é preciso que o alfabetizador
instrumentalize as crianças a conhecer e dominar o Sistema de Escrita
Alfabética, e assim, ser considerada uma pessoa letrada na sociedade atual. É
pertinente frisar que “ler não é decodificar, mas para ler é preciso saber
decodificar” (SOLÉ, 1998, p. 52).
Sendo
assim, na prática docente as crianças precisam ser auxiliadas a ler e produzir
textos de circulação social. Essa construção poderá ser coletivamente, em
duplas, grupos, mas tendo o professor como escriba, afinal, é ele o responsável
por sistematizar o ensino em sala de aula. De acordo os Parâmetros Curriculares
Nacionais de Língua Portuguesa, (BRASIL, 1997) a alfabetização se realiza
quando ha informação necessária e momentos de reflexão sobre o sistema de
escrita. Isso evidencia que as aulas/atividades precisam levar as crianças a
refletir a escrita e sua função, de modo que os “erros” sirvam para nortear o
planejamento do alfabetizador, e não com forma de punir uma ou outra criança
que ainda não desenvolveu as habilidades necessárias para ser considerada
alfabetizada.
Para
os adultos alfabetizados, a aquisição da escrita parece ser uma tarefa fácil,
já que ao dominar a sequência das letras, sua nomeação e seu traçado, bastaria
apenas conhecer o som delas ao unir com outra para formar a sílaba e posteriormente
produzir palavras e frases. Contudo, esse pressuposto é falso, pois a escrita
não é somente um código, mas sim um sistema notacional/simbólico no qual, sua
aprendizagem vai requerer um aprendiz que reconstrua as relações entre as
representações fonológicas e ortográficas. Esta é uma tarefa complexa e que
exige um trabalho sistêmico e de reflexão, pois em muitos dos casos fala-se de
um modo e grafa-se de outro, por exemplo, fala-se MADERA e escreve madeira.
Para
Ferreiro (1987) “o desenvolvimento da alfabetização ocorre, sem dúvida em um
ambiente social. Mas as práticas sociais, assim como as informações sociais,
não são recebidas passivamente pelas crianças” ao passo que, “quando tentam
compreender, elas necessariamente transformam o conteúdo recebido” (FERREIRO,
1987, p. 24). Assim, a criança que participa e interage durante as aulas,
certamente irá aprender com mais facilidade.
Como
prevê a Lei 9.394/96, a educação é um direito dos brasileiros, de forma que os
Anos Iniciais é o alicerce da educação e é uma das etapas da Educação Básica,
cuja o objetivo é “desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum
indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir
no trabalho e em estudos posteriores” (BRASIL, Art. 22). Certamente este
projeto não consiga atingir esse grandioso objetivo, mas é um pontapé para que
os alunos sejam auxiliados constantemente a ler e produzir textos.
Se
promover a inclusão e a transformação social das pessoas é uma tarefa da
escola, cabe ao professor buscar parceria com a Gestão Escolar, coordenação,
famílias e outros a fim de oferecer uma educação de qualidade. Quando isso não
acontece, a formação da criança passa a ser manca e é mais pessoas despreparada
e até “marginais” colocados na sociedade, que a escola não conseguiu
transformá-los em cidadãos críticos e reflexivos.
Conforme
o prescrito em Brasil (1997) espera-se que ao final da alfabetização, as crianças
adquiram competência em relação à linguagem que lhes possibilite resolver
problemas da vida cotidiana e alcançar a participação plena no mundo letrado.
Assim, “compreender os textos orais e escritos com os quais se defrontam em
diferentes situações de participação social, interpretando-os corretamente e
inferindo as intenções de quem os produz” (BRASIL, 1997, p. 33), é um dos
objetivos a serem alcançados no processo de alfabetização. Nessa fase, o
professor é primordial no sentido de instrumentalizar as crianças a adentrarem
no mundo da leitura e escrita, sobretudo nos casos em que as crianças são
oriundas de comunidades pouco letradas, pois, geralmente não vêm os adultos ler
ou escrever e com isso a criançada, tem apenas o professor como alguém a ajudar
e seguir. Portanto,
O professor também terá outro
papel fundamental: o de modelo. Além de ser aquele que ensina os conteúdos, é
alguém que pode ensinar o valor que a língua tem, demonstrando o valor que tem
para si. Se é um usuário da escrita de fato, se tem boa e prazerosa relação com
a leitura, se gosta verdadeiramente de escrever, funcionará como um excelente
modelo para seus alunos (BRASIL, 1997, p. 38).
Em
suma, é preciso que o professor seja pesquisador e busque ensinar as crianças a
escrever e ler com compreensão. Pois, “se ensinarmos um aluno a ler
compreensivamente e a aprender a partir da leitura, estamos fazendo com que ele
aprenda a aprender, isto é, com que ele possa aprender de forma autônoma em uma
multiplicidade de situações” (SOLÉ, 1998, p. 47). Isso significa que as
atividades de escrita e leitura precisam partir do conhecimento de mundo que as
crianças têm de seu dia-a-dia. Pensando assim, este projeto intitulado de ‘Ler e escrever: habilidades que a criança
precisa aprender’, visa unir as situações teóricas, aprendidas na faculdade
e na formação continuada, com atividades práticas, já que ambas precisam andar
em sintonia. Por isso que “a reflexão crítica sobre a prática se torna um
exigência da relação Teoria/Prática sem a qual a teoria pode ir virando blá-blá-blá
e a prática, ativismo” (FREIRE, 1996, p. 22). Assim, este projeto não é uma
receita que vai resolver todas as situações de dificuldades de aprendizagem no
âmbito da leitura e escrita/produção textual nos Anos Iniciais, mas é um caminho
que o professor deve seguir para alfabetizar as crianças.
6. METODOLOGIA
Lidar
com crianças é uma experiência enriquecedora, uma vez que elas têm muita
sabedoria e por isso há uma troca de saberes na sala de aula. Por este motivo,
antes de qualquer ação pedagógica, o professor precisa diagnosticar o que as
crianças já sabem, para, a partir daí, preparar seu trabalho de motivador e
interventor do saber.
Nessa
perspectiva, o desenvolvimento deste projeto se dará numa abordagem
construtivista, oportunizando a criança a chance de construir sua aprendizagem
através da leitura e da escrita de temáticas que circundam o seu meio social. Então,
será aplicada uma metodologia dialógica, na qual os alunos se sintam seguros em
participar, interagir e aprender a ler e escrever de acordo suas
potencialidades.
Nesse
sentido, algumas indagações precisam ser respondidas pelo professor e alunos em
sala de aula: para que serve a leitura e a escrita? Para quê, lemos e escrevemos
na escola? Quais as vantagens de uma pessoa que sabe ler e escrever
corretamente? O que a leitura e a escrita nos proporciona? Como é a vida de um
adulto que não sabe ler e nem escrever? Essas e outras indagações precisam ser
refletidas em sala de aula, e a partir delas, o professor poderá, a cada quinze
dias (sempre na segunda-feira) trabalhar no primeiro horário, explorando a
leitura e a escrita do modo a seguir.
Após investigar junto aos alunos a temática a
ser trabalhada, o professor deverá levar um texto, conto, fábula e/ou obra
literária para fazer a leitura deleite às crianças. Nesse momento, as obras
literárias existentes no ‘cantinho de
leitura’ precisam ser exploradas. Posteriormente, deve trabalhar com um
pequeno texto, elaborado pelo próprio docente para mostrar a estrutura (começo,
meio e fim) e outras características do gênero. Esse texto (conto, fábula,
carta, bilhete, receita...) precisa ter uma linguagem acessível aos alunos e
deve ser explorado num local visível a todos – quadro branco e/ou cartaz.
Passado
essa etapa, será o momento dos alunos produzirem seus textos, seja de modo
individual, dupla ou trio e/ou até coletivo. No momento das produções, o
professor, além de interventor do saber, será um escriba, isto é, ajudará as
crianças na escrita dos textos. Ao final das produções, será o momento de
socializar (poderá usar a caixa de som),
isto é, ler o texto escrito para os colegas e na sala de aula, eleger os três
mais adequados “melhores” para serem expostos num mural, no interior da escola, específico a essa finalidade. Os
demais textos[2] devem ser recolhidos pelo
alfabetizador, a fim de que analise os principais “erros” e trabalhe-os em sala
de aula, sem que o aluno perceba que está sendo corrigido. Afora isso, o professor
deve montar um portfólio, para ao final de cada unidade entregar aos alunos
e/ou pais.
Essa
estratégia pode perdurar ao longo do ano, mas o alfabetizador poderá explorar a
produção de textos escritos através de imagens, sonhos, textos fatiados, objetos
e até mesmo, tomar um texto como base e modificar os personagens e/ou cenário. A
carta e o bilhete precisam ser trabalhados, pois são gêneros textuais presentes
no dia-a-dia dos estudantes.
Os
textos expostos no mural, ao final da quinzena, quando serão substituídos por
novos textos, serão recolhidos e arquivados numa pasta na Unidade Escolar e em
caso de aceitação do professor e do autor, o texto poderá ser publicado na
página da escola, na rede social facebook. Portanto, de modo contextualizado e
de forma interdisciplinar, a cada 15 dias, na segunda-feira, o alfabetizador
deverá dedicar a sua prática pedagógica à leitura e produção de textos, tendo a
carta e o bilhete como gêneros a serem trabalhados e férias escolares, jogo de
futebol, a chuva e seus benefícios, a família, a escola, a caatinga, os
animais, as árvores frutíferas e os amigos como temas sugestivos a serem explorados.
Em
suma, o presente projeto não é uma receita pronta e acabada, mas é uma
estratégia que os alfabetizadores da Escola Municipal Lourival Custódio
precisam abraçar neste ano letivo de 2016. Isso significa que do 1º ao 5º ano
todos os professores, simultaneamente estarão imbuídos e envolvidos com o
projeto. Convém frisar que nas turmas do 1º
Ciclo da Alfabetização (1º, 2º e 3º), no início do ano letivo, até pela
dificuldade em escrever, pode haver a produção de textos de modo coletivo, seguido
de ilustração, mas, é preciso incrementar gradativamente
a produção individual e/ou em dupla.
7. PÚBLICO ALVO
e DURAÇÃO DO PROJETO
Este projeto foi elaborado a fim de contemplar
as crianças que estudam os Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) e
deve ser trabalhado durante todo ano letivo de 2016. É claro que em cada turma
terá uma estratégia metodológica diferenciada, afinal, nem todas as crianças se
encontram no mesmo nível de leitura e escrita.
8. RECURSOS
Quadro branco, livros de recorte, papeis
diversos, obras literárias, caixa de som, material escolar, impressora, computador,
internet, mural, livros didáticos e outros.
9. PALAVRAS
FINAIS
Frente
aos estudos feitos acerca da alfabetização e da realidade em que as crianças da
Escola Municipal Lourival Custódio vivenciam, espera-se que ao final do ano
letivo de 2016, os professores notem avanços por parte dos alunos no que
concerne a leitura e escrita e que esse projeto, possa ser adequado e
sequenciado nos anos vindouros e também ser considerado uma experiência exitosa
no campo da alfabetização em nossa escola/município. Assim, aqui não há mais
espaço para citações de pesquisadores, mas sim, é o momento de “finalizar” o
projeto do ponto de vista teórico, “arregaçar as mangas” e começar a
executá-lo. Mãos à obra.
10. AVALIAÇÃO
Será observado e registrado a participação, envolvimento,
interesse, assiduidade, avanços e dificuldades na realização das atividades
propostas durante a aplicação do projeto.
11. REFERÊNCIAS
BRASIL. Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: MEC, 1996.
_______. On-line.
Parâmetros Curriculares Nacionais:
língua portuguesa/Secretaria de Educação Fundamental – Brasília: 1997.
FREIRE,
Paulo. Pedagogia da Autonomia:
saberes necessários à prática educativa- São Paulo: Paz e Terra, 1996.
FERREIRO,
Emilia. Alfabetização em Processo.
3. ed. São Paulo: Cortez, 1987.
Manual do Pacto, disponível em:
<http://pacto.mec.gov.br/images/pdf/pacto_livreto.pdf> Acesso em 24 de
outubro de 2015.
SOARES,
Magda. Alfabetização e Letramento. 6. ed. 5ª reimpressão. – São Paulo:
Contexto, 2013.
SOLÉ,
Isabel. Estratégias de Leitura. 6.
ed. Porto Alegre: Artmed, 1998
[1] Docente da Rede Municipal de
Ensino de Monte Santo/BA (atualmente é Gestor Escolar), Graduado em Pedagogia
pela Faculdade do Sertão Baiano-FASB e Pós-Graduado em Alfabetização e
Letramento na FASB.
[2] Os primeiros textos produzidos
no início de cada unidade e o último do ano letivo serão arquivados na Unidade
Escolar para análise e registros dos avanços com a execução da proposta do
presente projeto.
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