segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

João esperto leva o presente certo




Mesmo que escola não disponha desse livro, não deixe de ler/contar essa história para seus alunos.

João esperto leva o presente certo
Era uma vez, um menino muito pobre chamado João, que encontrou embaixo da porta da sua cabana um convite de aniversário da princesa, que ia acontecer lá no castelo.
O João ficou super empolgado, até a sua mãe lhe dizer que ele não poderia ir, porque eles não tinham dinheiro pra comprar presente para a princesa. Mas o João era muito esperto e, ele mesmo resolve fazer o presente da princesa. Pensou por um momento, e do pouco que havia na casa - uma velha vaca, uma toalha com remendos e um machado, pensou, pensou e ficou decidido: vou fazer um bolo de aniversário!
E naquela manhã trocou o machado por dois pacotes de açúcar, a velha toalha por um saco de farinha e deu a galinha uma porção extra de milho, em troca de dois ovos e beijou a vaca no focinho por um balde cheio de leite.
Ele também colheu nozes e até fabricou as velinhas.
E procurou, procurou e procurou até que encontrou o mais vermelho e saboroso morango. Então, João pôs a mão na massa, mexeu, misturou e assou, naquela mesma noite, ficou admirado com a beleza do bolo, dois andares, coberto com glacê, com as nozes, ele escreveu feliz aniversário, as velinhas, e pra finalizar, aquele gigantesco morango.
No dia seguinte, bem cedinho, João partiu rumo ao castelo, com seu lindo bolo, todo feliz, quando... quando... muitos pássaros partiram pra cima do bolo, bicando, beliscando... E o João gritava saiam! saiam! E os pássaros foram embora levando no bico, as nozes que diziam: feliz aniversário princesa.
Bom, mas pelo menos o João ainda tinha o bolo, e levando todo feliz passa por uma ponte, onde ouve um grito: Pedágio! Era um ogro que quando viu o bolo, lambeu os beiços, e queria metade do bolo, para que o João pudesse passar... O menino tirou uma camada de bolo e, enquanto o ogro engolia, tratou de atravessar a ponte bem rapidinho. Bom, mas pelo menos ele ainda tinha um bolo de 1 camada. Pouco depois, João teve que atravessar uma floresta escura, onde só ouvia o barulho dos ventos... deu um medo! e com toda aquela escuridão, o João teve que acender as velinhas, uma a uma, pra ver um pouquinho de claridade até sair da floresta. Mas ele ainda tinha um bolo de 1 camada e delicioso morango.
levando o bolo todo feliz! encontrou no caminho uma velhinha e seu urso de circo, desses que dançam ao ouvir uma música, pois a velhinha, colocou a mão na sanfona e o urso começou a dançar, pular, que a alegria era tanta, que contagiou o João, o menino sapateava, e até colocou o bolo no chão pra dançar quando berrou: - Não!!! O urso dançarino engoliu o bolo da princesa! mas não o morango, porque ele detestava morango!
João, olhou para o presente da princesa, e por um tempo se sentiu incapaz de dizer qualquer coisa, suspirou e pensou que ainda tinha o morango. E levando o morango todo feliz continuou o caminho para o castelo, atravessou a ponte, entrou no palácio, e viu a princesa, sentada no seu trono e uma longa fila de convidados a sua frente, um a um, entregando os presentes, cada um mais fabuloso que o outro! Contudo, nem mesmos os mais valiosos presentes pareciam agradar a princesa. João que estava na fila, com seu humilde presente foi abordado pelo guarda, que perguntou se o morango era o seu presente para a princesa. - Sim, respondeu o menino, sem dúvida é um belo presente, mas não posso deixar que você entregue isso a ela. E por que não??? Porque a princesa é alérgica a morangos e nesse mesmo momento, jogou o morango dentro da sua grande bocarra! Agora era tarde, João chegou à frente da princesa. Ela olhou pra ele e disse: E o que você me trouxe? E aí, João respirou fundo e contou toda a sua história... A princesa começou a rir e bater palmas e disse; - Uma história! Que presente delicioso! E até hoje eles são amigos! 

Abraços
 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Teste das 4 palavras

Teste das 4 palavras com nomes de animais

BOLICHE DAS VOGAIS



 Educação Infantil


OBJETIVOS DIDÁTICOS:
Ø  Saber quais são as vogais;
Ø  Sentir a diferença de som que cada vogal emite;
Ø  Associar o som às letras;
Ø  Fazer o reconhecimento da vogal em diversas palavras;
Ø  Ampliar o vocabulário.

PÚBLICO ALVO:
Crianças de quatro e cinco anos que estudam na pré-escola.

SUGESTÕES E ENCAMINHAMENTOS:
A professora iniciará a aula relembrando com os alunos as letras do alfabeto, quais são as consoantes e as vogais. Logo após apresentará aos pequenos o boliche que os ajudará no processo de fixação das vogais.
Cada aluno deverá jogar a bola nas garrafas e logo em seguida dizer uma palavra iniciada pela vogal que foi derrubada. Se conseguir, essa palavra será escrita na lousa pela professora. Caso contrário, o professor terá que ter levado previamente palavras que iniciem com as vogais e o aluno identificará a vogal que derrubou.  No mesmo grupo de palavras que o professor preparou o aluno, poderá fazer a contagem da quantidade de vogais (que ele derrubou).

RECURSOS PARA CONFECÇÃO DO JOGO:
Garrafas pet contendo em cada peça uma vogal, bola de papel ou de pano, EVA, tesoura, pistola de cola quente, bastão de cola quente...

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

A REALIDADE EM POUCAS PALAVRAS



A REALIDADE EM POUCAS PALAVRAS

Pedra angular na vida das pessoas, a educação vem sendo discutida e transformada a fim de contemplar as peculiaridades da sociedade atual. No entanto, para que as transformações se materializem, os professores e a sociedade precisam colocar “a mão na massa”, uma vez que se estes executam e a legislação depende dos “maiores”, e é aí, onde as coisas precisam ser alinhadas, ao passo que o promulgado se efetive e, por conseguinte, a Constituição Federal e as leis oriundas da Carta Magna sejam vivenciadas entre os brasileiros.
É claro que, a segurança, o saneamento básico, a saúde, a educação... são direitos constitucionais e dependem direto ou indiretamente do poder e da política, e estes, podem significar coerência, sensatez, credibilidade, democracia e justiça, mas também, podem ser associados à atividades duvidosas. Assim, se na educação o foco é a aprendizagem dos estudantes e na segurança a meta é proteger os cidadãos e praticar a justiça, na política a democracia e a justiça precisam imperar, mas como acreditar numa política onde a falácia predomina nos pleitos eleitorais e os benefícios à população não são os prometidos?  
A sociedade precisa discernir os opressores dos oprimidos e não calar-se diante dos opressores, pois só há libertação da classe trabalhadora mediante as lutas coletivas. Dito de outro modo, é preciso ir de encontro a ação dominadora, “através da qual os dominadores pretendem aparecer como salvadores dos homens a quem desumanizam” e que, “os heróis são exatamente os que ontem buscavam a união para a libertação e não os que, com o seu poder, pretendiam dividir para reinar” (Paulo Freire, 2013, p. 196-197).  O mesmo autor destaca que a manipulação é característica das elites dominantes e que a educação e a organização são trilhas para se libertar desse apartheid de interesses.
É claro que os professores precisam escolher o melhor caminho para ensinar, a sociedade, a melhor maneira para participar da educação e os responsáveis dos Três Poderes tomarem consciência das funções que exercem, já que um país só se desenvolve quando todo o seu povo, em suas classes e funções executam suas tarefas com sensatez e responsabilidade. Parece fácil, mas num país, onde a cor da pele foi característica para escravizar, o sexo foi impedimento para votar/trabalhar e a educação um privilégio da elite, as mudanças só ocorrem por meio das marchas populares.
“Gostaria de deixar bem claro que não apenas imagino, mas sei quão difícil é a aplicação de uma política de desenvolvimento humano que, assim, privilegie fundamentalmente o homem e a mulher e não apenas o lucro” (FREIRE, 1996, p. 131). Mas é pertinente garantir que educar é conscientizar. Para isso, os valores morais (respeito, honestidade, solidariedade...) precisam ser aprendidos em casa, sequenciados na escola, assistidos na mídia e presenciados na sociedade. Assim sendo, embora a educação seja a mola propulsora para a transformação do país, as mancas políticas públicas os problemas sociais e econômicos dificultam o alcance dos objetivos, e o pior disso tudo, é que os “governantes” creditam o fracasso educacional na “conta” dos professores. É óbvio que há professores que não cumprem suas funções, mas o Estado tem cumprido com suas incumbências? Ressalto que uma falha não justifica a outra e os erros precisam ser refletidos e corrigidos.
À luz das considerações apresentadas, DESTACO que esse não é um texto de cunho “Politicagem”, mas sim, é o resultado de reflexões a respeito da realidade em que o Estado brasileiro se encontra e, sobretudo de algumas (re)leituras que tenho feito constantemente a fim de aperfeiçoar o trabalho que exerço. Para finalizar, deixo um trecho de meu Memorial: “estudar a educação básica foi um desafio, fazer faculdade uma honra e ser professor uma maravilhosa aventura”.
  (Por Sidmar da Silva Oliveira).

REFERÊNCIAS

FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido: 55. ed.  Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2013.
_____________. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

TERMO DE COMPROMISSO PARA RESPONSÁVEL POR ALUNO (A).



TERMO DE COMPROMISSO PARA RESPONSÁVEL POR ALUNO (A).
Eu, ___________________________________________________ pelo presente TERMO DE COMPROMISSO, morador da Faz/Pov. __________________, portador do RG, Nº ____________________________, assumo ser o responsável legal da criança ____________________________________, inclusive, ressalto que sou (  ) avô, (  ) avó, (  ) padrinho, (  ) tio/a (  ) outro -  _________ e cuido da criança supracitada que mora comigo em minha residência. Assim, mediante esse TERMO, assumo acompanhar a vida escolar da criança e participar das atividades escolares, seja no âmbito pedagógico, financeiro, administrativo e mobilizador, de modo democrático, sempre que necessáro.

Cidade , ____ de _____________ de 2016.

                                                            

____________________________________
                                                                                                Carimbo da Unidade Escolar

Declaro estar ciente da necessidade e obrigatoriedade de acompanhar de forma efetiva da vida escolar da criança a qual sou responsável.
                                                          
                                 ____________________________________________
                                         Assinatura do Responsável pela criança
                                                          
                                 ___________________________________________
                                                   Assinatura do Gestor Escolar